quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Governo intensifica ações de combate a incêndios florestais no estado
















A Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia (Sema) fará a entrega, de novos equipamentos de combate a incêndio florestal na Chapada Diamantina e oeste baiano. O secretário Eugênio Splenger sobrevoou, no último final de semana, áreas das duas regiões afetadas pelas queimadas, quando anunciou, para os próximos dias, a entregas de mais 600 kits.
Os equipamentos foram adquiridos pelo Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), órgão vinculado à Sema, em regime emergencial, para intensificar o trabalho combatentes nas regiões afetadas pelo fogo e se juntarão aos 300 kits já entregues este ano pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).
“As queimadas trazem prejuízos, não só ambientais, mas também para a saúde pública e para a economia do Estado”, avalia Spengler, que viajou em companhia da diretora de Fiscalização do Inema, Lúcia Gonçalves. “A partir desta vistoria será possível traçar ações de reforço para os próximos dias em parceria com o Corpo de Bombeiros”.
Bahia sem Fogo – A aquisição dos kits de combate a incêndios florestais integra o programa ‘Bahia sem fogo’, do Governo da Bahia, que além de desenvolver ações efetivas de combate aos incêndios, também trabalha com iniciativas nas áreas da educação ambiental e fiscalização, por meio de visitas às comunidades, orientando os produtores rurais sobre os prejuízos causados pelas queimadas ilegais para o plantio.
O trabalho de combate ao fogo envolve o esforço de 125 brigadistas voluntários, 75 homens do Corpo de Bombeiros, além de outros 55 militares que foram mobilizados e entrarão em ação ainda esta semana. “O calor intenso que tem sido registrado este ano tem dificultado o trabalho dos bombeiros, brigadistas e voluntários, por isso, a chegada dos kits representa um importante reforço”, disse o tenente-coronel Miguel Filho, do Corpo de Bombeiros.
Mais de 800 pessoas, entre bombeiros, brigadistas e pessoas da sociedade civil, estão trabalhando em regime integral para combater os focos de incêndio nas duas regiões. Para Maria Jacinta de Oliveira, brigadista voluntária da região do oeste, os equipamentos vão ajudar muito no trabalho de campo.
Brigadista há 27 anos, Homero Vieira, mais conhecido na Chapada como ‘Velho Urso’, disse que procura passar para os filhos e vizinhos a importância da preservação das matas e dos animais que ali habitam. “Trabalhamos muito com a sensibilização das pessoas para o cuidado com a vegetação, na prevenção de focos de incêndio, realizando mutirões, palestras nas escolas e prefeituras da região”.
Para a técnica de fiscalização do Inema, Fabíola Cotrim, todas as ações podem ser fortalecidas com o apoio da sociedade civil. “Com a ajuda da comunidade, com as denúncias, das organizações sociais e por meio da conscientização ambiental, poderemos diminuir sensivelmente o número de focos de incêndio”.
Fogo já atingiu 15 mil hectares na Chapada Diamantina – Na Chapada Diamantina o fogo atingiu cerca de 15 mil hectares da Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra do Barbado, onde estão localizados o Pico do Barbado, o mais alto do Nordeste, com 2.033 metros de altitude, e as nascentes de importantes rios que desembocam nas bacias dos rios de Contas, Brumado e São Francisco.
No oeste, o Corpo de Bombeiros e o Inema já registraram mais de 100 focos de incêndios. Eugênio Spengler foi a um desses focos e acompanhou as ações de combate. O trabalho está sendo realizado com auxílio de dois helicópteros do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) e de mais uma aeronave de monitoramento para identificação dos pontos de queimadas. (Fonte: Ascom)

Postado em 01 de outubro de 2012, 10:18 no site: http://secanabahia.com.br/2012/10/governo-intensifica-acoes-de-combate-incendios-florestais-estado-2/


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Busca e Salvamento - Ferramenta Canina

O emprego de binômios (homem x cão) na área de resgate iniciou-se durante a Segunda Guerra Mundial na Grã-Bretanha, após bombardeios que colapsaram estruturas inteiras deixando civis sepultadas sob escombros. Foi a primeira vez em que cães foram utilizados na localização de pessoas. Após esse histórico evento, a ferramenta canina passou a ser utilizada em desastres no mundo como nos terremotos do México (1985), El Salvador (1986), ataques as torres do World Trade Center (2001) e mais recentemente no Haiti em 2010.

Rip, cão mestiço terrier encontrado nas ruas em 1940 e que foi escolhido para a experiência, após rápido treinamento, para ser o primeiro cão de salvamento. Como reconhecimento a sua grande coragem e valia no resgate de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial, recebeu a Medalha Dickin por bravura em 1945. Medalha que levava em seu pescoço a partir de então até que morreu em 1946. Rip salvou as vidas de centenas de pessoas durante a Segunda Guerra.

No Brasil, desastres de causa natural, humana ou mista ocorrem em períodos inesperados e atingem pessoas de todas as classes sociais, credos e etnia. Os mais comuns são colapsos estruturais e escorregamento de terra com soterramento em períodos de fortes chuvas sendo este o mais mortal dos desastres. Para o primeiro, existe a adaptação da doutrina internacional em Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas (BREC) que foi desenvolvida para a atuação em terremotos e já para o segundo, os Corpos de Bombeiros Militares dos Estados de Santa Catarina e Pernambuco são pioneiros na doutrina. Entretanto, o tempo gasto na localização de vítimas nessas circunstâncias é fundamental para a sobrevivência destas. Por isso, o cão torna-se uma ferramenta potencializadora do trabalho de localização já que o trabalho humano não é dispensado. Um dos motivos para a utilização dessa ferramenta é que cão possui capacidade olfativa mil (1000) vezes maior do que a do homem e o seu olfato será o principal aliado na localização de pessoas. Também, pode ser destacado o custo x benefício uma vez que os cães são um recurso barato a ser mantido. Equipamentos tecnológicos foram desenvolvidos no intuito de localizar pessoas desaparecidas nos eventos supracitados mas, sua aquisição, manutenção e até a limitação em sua utilização os torna menos eficazes comparando-se aos cães.

Binômio do CBMSC empregado em missão na cidade de Navegantes em SC após desastre que acometeu o estado em 2008 trazendo prejuízos materiais diversos e perda de vidas.

Não existia em nosso país uma doutrina de cinotecnia para busca e salvamento já que os trabalhos iniciais foram adaptados da atividade realizada por cães de polícia o que não tornava eficaz o resultado esperado. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina através da Coordenadoria do Serviço de Cães vem sendo um polo de exportação do conhecimento para outros estados do Brasil através da capacitação de diversos Bombeiros Militares e desenvolvimento de doutrina específica para a atividade. Um cão de busca e resgate demora um ano e meio até se tornar totalmente operativo desde que tenha o treinamento realizado de forma correta. A escolha do cão pode variar do sexo e comportamento que serão analisados por seu futuro condutor na seleção do filhote. As raças mais trabalhadas hoje em nosso país são os cães Retriever do Labrador e Pastor Belga de Malinois mas, podem ser destacados também o Golden Retriever, Pastor Alemão, Border Collie e Boiadeiro Australiano. Existem várias etapas a serem seguidas durante o processo de formação do cão de busca e é interessante que estas não sejam puladas para que o resultado seja satisfatório. Para os cães, a atividade deve ser prazerosa e isso requer muito tato e paciência do condutor durante o processo de aprendizado. Uma vez pronto, o cão deve estar apto a buscar pessoas vivas em ambientes como estruturas colapsadas, áreas deslizadas, matas e mortas nos mesmos ambientes e submersas.

Brasil, cão de Busca e Salvamento da raça Retriever do Labrador - CBMSC.

Contudo, o único mecanismo capaz de aferir a eficácia do binômio é a certificação. A Organização das Nações Unidas estabelece os padrões mínimos operativos para um cão de busca urbana, através do INSARG (International Search and Rescue Advisory Group) um organismo que regula e edita normas internacionais para padronizar as equipes de resposta a grandes desastres (principalmente terremotos). Esses protocolos dizem o que os cães  devem fazer em uma operação, no entanto não estabelecem a forma pela qual esse potencial operativo será medido. Para isso alguns organismos estabeleceram provas certificadoras feitas para esse fim. Os dois organismos com mais influência no Brasil são a IRO ( Organização Internacional de Cães de Resgate) com sede na Áustria e com atuação em todos os continentes e a FEMA (Agência Federal de Gerenciamento de Desastres) dos Estados Unidos da América.
A ABRESC Brasil (Associação de Busca, Resgate e Salvamento com Cães do Brasil) e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina possuem provas de certificação baseadas nos regulamentos da IRO (International Rescue Dog Organisation) já que os demais grupos nacionais não adotam provas de certificação. A busca pela excelência na atividade em nosso país fez com que membros de Corpos de Bombeiros de outros estados procurassem a certificação catarinense que tornou-se uma prova nacional. Além dos binômios de Santa Catarina, o Espírito Santo conseguiu certificar uma dupla recentemente na prova nacional. Já na prova internacional, apenas Santa Catarina conseguiu certificar os cães. Já a prova internacional não afere o desempenho do bombeiro, apenas a atuação do binômio e está dividida nos níveis A e B. Um grande complicador hoje são os grupos ditos voluntários em executar a atividade de forma amadora e até aventureira por não seguirem os padrões e protocolos exigidos em ocorrências de bombeiros, trazendo risco a suas vidas e a vidas de terceiros.

Prova de Certificação Internacional realizada em Itajaí-SC, no ano de 2011.

Na Bahia, diversos eventos de soterramento e colapsos estruturais ceifaram muitas vítimas como nos casos do Hotel Mustang e Bom Juá quando na época, ainda não existira a atividade que hoje, é desenvolvida na região metropolitana de Salvador (RMS), com treinamentos diários na cidade de Simões Filho, no 10º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM), unidade da RMS que possui canil e conta com 11 cães - 4 em estágio avançado de treinamento, 4 filhotes, 2 de cinoterapia e 1 matriz - visando atender as demandas as quais exijam seu emprego. Foram ministrados três cursos de capacitação no 10º GBM em parceria com a ABRESC Brasil, formando 38 bombeiros da Bahia e 36 de outras Instituições co-irmãs utilizando a doutrina catarinense. O próximo passo, é trazer as provas de certificação para nosso estado vislumbrando aferir as necessidades operativas tanto para  os binômios da Bahia quanto para os dos estados mais próximos. A prova de certificação nacional visa aferir o conhecimento do homem através de simulação de busca em área de mata na qual o bombeiro tem de se deslocar através de orientação com coordenadas geográficas até o local da ocorrência e depois disso, inicializar a busca com o cão. Já no ambiente urbano, o binômio é avaliado de forma unica. Além da busca, são aferidos a destreza e obediência dos cães. Assim, os bombeiros que desenvolvem a atividade poderão falar a mesma língua e seguir um padrão no nosso país.

2º Curso de Busca, Resgate e Salvamento com Cães - 10º GBM PMBA/ABRESC Brasil. Outubro de 2011.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas na via



Moradores de um conjunto residencial do programa "Minha Casa, Minha Vida" bloquearam na manhã desta quarta-feira (15) um trecho da BA-526, que liga o Centro Industrial de Aratu (CIA) ao Aeroporto de Salvador. Os manifestantes, que protestavam contra a cobrança de pedágio na região, fecharam a rodovia na altura do KM 7 com pneus, madeira e papelão. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), um longo congestionamento se formou no local por causa da ação. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas na via, já que os protestantes tocaram fogo nos materiais utilizados para interditar a pista. Segundo a PRE, a manifestação foi concluída por volta das 9h e o trânsito flui normalmente no local.



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Primeiro Cão de Resgate do Corpo de Bombeiros da Bahia é aposentado



        A primeira vez que um cão foi utilizado para o resgate de seres humanos foi na segunda guerra mundial, após isso houve estudos e aprimoramentos de técnicas para o adestramento dos cães de resgate. As ocorrências mais conhecidas com cães, antes do ataque ao Word Trade Center, são os terremotos do México (1985), El Salvador (1986) e Argélia (1999). Após o ataque as torres gêmeas, onde os cães também foram utilizados, as instituições passaram a investir mais no treinamento de pessoas para trabalhar com cães de resgate e é lógico, investir de forma mais responsável nos cães.

       No Brasil, até pouco tempo, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina eram os únicos estados a treinarem cães para o resgate, além deles, o Distrito Federal. A atividade de salvamento com cães passou a ser utilizada na Bahia em 2008 e o labrador Apollo foi o primeiro cão a ser utilizado nas operações. Apesar da história recente, a Bahia já desponta no cenário nacional e até internacional pela qualidade dos trabalhos e cursos que vem sendo desenvolvidos e Apollo é o grande responsável por toda essa notoriedade que a Bahia conquistou em apenas quatro anos.

      Para os leigos, 4 anos parece pouco tempo, mas para um cão, só para fazer uma comparação, isso representa 46 anos na idade humana. Mas Apollo não nos deixará órfãos, além das 17 ocorrências no currículo, incluindo o desastre no Haiti, ele foi instrutor de mais de 10 cães, e hoje eles estão a serviço da sociedade baiana no BRESC (Busca Resgate e Salvamento com Cães) que é um subgrupamento do 10º Grupamento de Bombeiros Militares localizado em Simões Filho e conta com guerreiros que estão em constante treinamento e aperfeiçoamento para lhe dar com cães de resgate.

      É hora do nosso herói descansar, suas missões firam cumpridas com êxito, já faz parte da história da Corpo de Bombeiros Militares da Bahia e da vida dos profissionais que tiveram a honra de trabalhar com ele, que choraram o oraram muito quando ele foi ferido em serviço, quando uma placa de concreto do prédio que desabou em Pernambués caiu sobre ele fazendo-o perder 2 litros de sangue, passar por três cirurgias e 15 dias de internamento, só quem já sofreu a morte de um amigo sabe o que é perder um cão que está ao seu lado todos os dias e é fiel a você, mas graças a Deus e a luta do Capitão Guanais e sua equipe Apollo sobreviveu, voltou a atuar e agora está aposentado.

Abaixo: Imagens do simulado de resgate com cães em estruturas colapsadas

Referências:

Falta infraestrutura para combater incêndios na Bahia




Por:  Hieros Vasconcelos Rego
O último incêndio de grande proporção ocorrido no Estado, 
na segunda-feira, 06, em Cachoeira, atingiu dois casarões
 históricos e revelou mais uma vez a fragilidade do Corpo de 
Bombeiros da Polícia Militar da Bahia (CBPM-BA). 
Não havia na cidade, tombada pelo Instituto do Patrimônio
 Histórico e Artístico  Nacional (Iphan), uma unidade do 
Corpo de Bombeiros.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como retirar um anel de um dedo inchado


De tempos a tempos somos confrontados com a necessidade de remover um anel de um dedo inchado. O corte ou destruição de uma peça de joalharia valiosa ou de grande estimação pode ser evitado se seguirmos o seguinte método.


1 - Usando uma agulha, um clip ou outra coisa qualquer que se julgue apropriado, passar um pedaço de fio dental (ou uma linha forte) por baixo do anel, e puxá-lo para a zona mais distal possível (Fig.A).
2 - Enrolar o pedaço distal do fio à volta do dedo, fazendo uma espiral com alguma pressão e aperto, até passar a zona inchada (Fig.B).
3 - Fixando a extremidade que se enrolou (a que está virada para a ponta do dedo), ir puxando lentamente a outra, desenrolando o fio, que vai empurrando o anel (Fig.C).

Na maioria dos casos o anel sai com muito pequeno, ou nenhum, desconforto e sem ter que se estragar a joia. O uso de um lubrificante pode ser necessário, mas nem sempre.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Incêndio atinge trem no Subúrbio Ferroviário de Salvador


As chamas tiveram início no eixo controlador do trem na altura da estação de Periperi, segundo a Central de Polícia


Da RedaçãoAtualizada às 19h29
Um incêndio atingiu um vagão de um dos trens que faz a ligação entre o Subúrbio Ferroviário de Salvador e o bairro da Calçada, na Cidade Baixa, no final da tarde desta quarta-feira (26).
De acordo com informações da Central de Polícia, as chamas tiveram início no eixo controlador do trem na altura da estação de Periperi e foram controladas por uma equipe do Corpo de Bombeiros.
Segundo a 18ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM- Periperi), há, na estação, cerca de seis vagões desativados e um deles pegou fogo, mas não há informações sobre o que teria iniciado as chamas. Ninguém ficou ferido.
Ainda segundo a Central, os Bombeiros separaram o vagão atingido pelas chamas dos outros vagões do trem para evitar que as chamas se espalhassem. O vagão teve apenas danos parciais na chaparia.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Três incêndios atingiram imóveis em Salvador nesta terça

Fonte:Atarde Online

Da Redação
Marco Aurélio Martins | AG. A TARDE
Incêndio foi controlado em imóvel abandonado
Incêndio foi controlado em imóvel abandonado
Desde a madrugada desta terça-feira, 24, três incêndios foram registrados na capital baiana.
O primeiro deles aconteceu no bairro da Boca do Rio, por volta das  2h20. De acordo com a Superintendência de Telecomunicações das Polícias (Stelecom), duas pessoas estavam na casa atingida pelas chamas e tiveram crise de hipertensão por conta do susto, mas saíram sem ferimentos. As chamas foram controladas por volta de 4h20.
O outro, no bairro de Amaralina, destruiu parte de um apartamento que fica no edifício Minister, na Rua Guilherme Reis. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas destruíram a área do serviço, móveis e objetos pessoais do imóvel. Ninguém ficou ferido. Um carro-pipa da Embasa ajudou no combate ao incêndio.
O último, que aconteceu em uma casa abandonada na Estrada da Rainha, na Baixa de Quintas, foi controlado pelos bombeiros por volta das 8h. O incêndio, que não deixou feridos, complicou o trânsito na cidade baixa no período da manhã.
A polícia ainda não tem informação sobre o que teria causado os incêndios. De acordo com o Corpo de Bombeiros, no período da tarde não foram registrados novos incêndios.